Como proteger os leitões de agentes bacterianos respiratórios na fase de creche

Como proteger os leitões de agentes bacterianos respiratórios na fase de creche

Entenda por que esse estágio da vida dos suínos requer bastante atenção do produtor

As doenças do complexo respiratório são um dos principais fatores de prejuízo para a suinocultura, podendo causar cerca de 45% das mortes durante a fase de creche e mais de 60% das mortes em recria e terminação. “Uma das etapas mais críticas da vida de um leitão certamente é o desmame, visto que ele deixa de ter a proteção materna e a percepção de grupo consolidada com seus irmãos e tem, logo na entrada da fase de creche, a necessidade de estabelecer uma nova hierarquia em um ambiente cheio de estímulos. É, sem dúvida, um período muito estressante e desafiador”, avalia o médico-veterinário Érico Franco, Assistente Técnico da área de Suínos da Zoetis.

Nesse estágio de aproximadamente 21 dias de vida, os leitões recebem também importantes vacinas contra as principais doenças que os afetam, como, por exemplo, pneumonia enzoótica e circovirose. “O tempo necessário para que o organismo gere uma resposta imune apropriada é de cerca de 15 dias após a aplicação das vacinas. O que recomendamos é que, simultaneamente a isso, os leitões recebam um medicamento que os auxilie nessa fase crítica”, diz Franco.

Com indicação de tratamento metafilático e terapêutico, DRAXXIN® é recomendado para combater os principais agentes bacterianos respiratórios, principalmente o Mycoplasma hyopneumoniae. “Essa é uma opção de medicação estratégica, que consiste em tratar os animais clinicamente doentes, os subclínicos (com doença incubada) e a população suscetível”, explica Franco. “Só conseguimos a garantia da proteção por meio de antibiótico injetável, de amplo espectro e extralonga duração”, acrescenta o especialista.

O médico-veterinário explica ainda a diferença entre esse procedimento e a medicação via ração. “Se os animais que estão doentes não consomem ração ou o fazem em quantidade reduzida, temos uma falha terapêutica, o que resulta em maior quantidade de animais doentes nas fases subsequentes e, como sequela, um aumento no uso de antibióticos”.

Antibiótico à base de tulatromicina – molécula de utilização exclusiva na produção animal, DRAXXIN® tem ação concentrada no tecido pulmonar. Contribui para o uso consciente e seguro de antibióticos, já que é um medicamento que confere ao leitão a dose certa, no momento exato. “De ação rápida e prolongada, ele é aplicado em uma única dose e não causa efeitos colaterais”, salienta Franco.

Além dessas vantagens terapêuticas, a tulatromicina possui efeito imunomodulador – controla o processo inflamatório, auxiliando na rápida recuperação dos leitões. “Todos esses benefícios farão com que os animais estejam saudáveis o mais rápido possível e, dessa maneira, passem a consumir ração no cocho e a expressar seu comportamento natural o quanto antes. Assim, também possibilitamos que os animais expressem seu potencial genético”, finaliza o médico-veterinário.

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Sobre a Zoetis

Como empresa líder mundial em saúde animal, a Zoetis é movida por um propósito singular: fortalecer o mundo e a humanidade por meio da promoção do cuidado com os animais. Depois de quase 70 anos trazendo inovações na maneira de prever, prevenir, detectar e tratar doenças em animais, a Zoetis continua a apoiar aqueles que criam e cuidam de animais em todo o mundo – de pecuaristas a veterinários e tutores de animais de estimação. Todo o seu portfólio de medicamentos, vacinas, diagnósticos e tecnologias terapêuticas, e aproximadamente 11.300 funcionários fazem a diferença em mais de 100 países.
Em 2020, a Zoetis obteve um faturamento de US$ 6,7 bilhões. Para outras informações, acesse www.zoetis.com.